segunda-feira, 16 de maio de 2011

Ao Entardecer





Da música , o fado.
Da poesia, as palavras.

Do sol e do mar,
o sorriso ou a lágrima.

Do sal que beija o rosto,
o sol que aquece a alma.

Do intenso entardecer,
o brilho doce no olhar...

8 comentários:

João de Sousa Teixeira disse...

...E entre o bom e o mau; entre o tom e o som, vai-se levando...
http://youtu.be/qVCL00o-a2I

Beijinho
João

Lídia Borges disse...

Como quem saboreia o que de melhor há nas coisas belas.
Suave e melódico.


Um beijo

madeirense disse...

Olá pessoal do Palheiro!!!
O jantar dos antigos alunos é no próximo dia 4 de Junho 2011, no antigo palheiro (masculino)... apareçam!!!... eu infelizmente não posso, pois estarei cá pela ilha com muito trabalho.
Contactem o Alexandre Trigo Teixeira (alex@civil.ist.utl.pt).
Um abraço de saudade,

Joao Pestana (madeirense - 7)
(zarconet@sapo.pt)

Maria Luisa Adães disse...

Lindo, suave, terno este seu poema.

Amei!

Maria luísa

Maria Luisa Adães disse...

Onde encontro os seguidores?

Procurei
não encontrei...

Mª. luísa

Nilson Barcelli disse...

Podemos sempre tirar muitas coisas de outras coisas.
Alegres ou tristes, depende muito do estado de alma dessa hora, seja ela do entardecer ou não.
Minha amiga Maria José, desejo-te uma boa semana.
Beijos.

IN LOKO disse...

Temos a porta do Ser aberta e tudo nos toca tudo nos entra, saberemos nós decifrar o que dizem?
Algumas vezes sim outras não, o importante é SENTIR, o resto vai se mostrando no seu vagar e fluidez.
Gosto deste brilho doce nos olhos ao entardecer...
Beijinho MJ

Henrique disse...

Do poema, o tempo atento.
Da alma, a nudez clara.
Do gesto, a altaneira amplitude.
Do momento, o infinito.

Muito bom !!!
Beijinho
H