sábado, 30 de junho de 2012

Palavras

"Momentos de Poesia"


Saber que me lês,  quanto basta
Saber o que lês, nem sempre é
Saber de mim, além da palavra.

Dizer de ti, só será o momento
Dizer, a cada palavra que não é
Dizer, não de mim mas como vês.

Palavra ?






6 comentários:

João de Sousa Teixeira disse...

Há um lugar de palavras, não de palavras escritas, apenas ditas, que se chama livro da vida.
Este livro (que, heureusement, não foi completamente escrito) espera todos os dias pelas palavras possíveis: nem todas “boas”, nem todas “nossas”, nem todas verdadeiramente “palavras”. O livro de que falo não tem fim, como uma história interminável. Há por isso todo o tempo do mundo para o ir escrevendo. Palavra que é assim!

Beijinho
João

Nilson Barcelli disse...

Há quem diga o que sabe.
Mas também há quem não saiba o que diz... Mas tu sabes sempre o que dizes...
Belo poema, gostei.
Um beijo, querida amiga.

ARQUIFORMA disse...

Não puderia deixar de ler, depois de tanto tempo de palavras apagadas...

Andy More

poeta_silente disse...

Oi, minha querida. Quanta saudade.
Penso que as palavras devem sempre serem ditas conforme nosso sentimento.
Não sei, e nunca soube, escrever o que não sinto e o que não é verdade.
Belo poema. Profundo... para pensar, e muito...
lembro quando escrevia... tenho pouco tempo para isto, agora. Mas, quem sabe, um dia eu volte.
Deus te abençoe
Bjos da amiga do lado de cá
Miriam

DE-PROPOSITO disse...

"Dizer"
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'Dizer', nem precisa dizer, basta pensar.
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Que a felicidade ande por aí.
Manuel

IN LOKO disse...

As palavras dizem muito e constroem universos, no entanto são só uma parte do «todo», mas são suficientes para que se saiba de nós - e eu sei um pouco de ti!
Beijinho