sábado, 19 de maio de 2012

SABOR A SAL






I

Barco ancorado num cais,
Preso ao azul do mar…
Ondas tocam as amarras!
A areia traz a saudade,
De navegar…

A espuma deixa
Sabor a sal…
No corpo, no rosto
Inventa-se o riso,
Do imaginário azul!

Pela suave brisa,
Soltam-se palavras,
Partem com o voo
Das gaivotas da praia.
Presas nas suas asas.


II 

A brisa já não beija o rosto
Porque partiram as asas
E levaram os segredos…
No mar perdeu-se,
Uma onda breve!

Fica o azul do céu,
Sabor a sal...
Que na noite,
Traz o brilho,
De uma estrela distante.

1 comentário:

João de Sousa Teixeira disse...

E se, com o brilho
De uma estrela distante,
Noite fora, dia adentro
Ficar o azul do céu…
Navegamos?

Beijinho, Parabéns!